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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

JESUS E A OVELHA


 Infidelidade Humana, Fidelidade Divina.

Pois quê? Se alguns foram incrédulos, a sua incredulidade aniquilará a fidelidade de Deus? Romanos 3:3.

A resposta do próprio Paulo é enfática: “De maneira nenhuma!”. O pecado dos homens não tem a capacidade de anular os desígnios divinos. A graça divina é todo-poderosa e funciona de acordo com suas próprias leis. A simples ideia de que o Senhor “dependa” da nossa ajuda não encontra apoio na teologia paulina ou no ensino do contexto bíblico. Mesmo que os discípulos falhem, disse Jesus, “as pedras clamarão”.

Ser fiel a Deus não é necessidade divina. Ser fiel ao Senhor é a postura humana mais adequada para se beneficiar das bênçãos espirituais. O contexto bíblico não apoia o ensino de que nossas “orações fervorosas” obriguem o Senhor a fazer a nossa vontade. O impacto de nossas orações fervorosas deve ser levar-nos a imitar o clamor de Jesus, no Getsêmani: “Pai, se o quiseres, afasta de Mim este cálice; contudo, não seja feita a Minha vontade, mas a Tua”.

O Senhor sempre será fiel e sempre estará disposto a nos restaurar, mesmo quando O traímos. A grande obra de nossa fidelidade é o reconhecimento. Cultivar esta atitude é o que nos capacita a vivenciar a misericórdia divina, que está sempre disponível.

veja bem o poder nas maos

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

ARREPENDIMENTO PERDAO ...FELICIDADE

Arrependam-se, pois o Reino dos céus está próximo. Não é isso o que todos nós anelamos? Não desejamos todos ter um antegozo do céu e ver o Reino do céu tornar-se uma realidade em nosso meio? O Reino do céu! Isso significa paz e alegria; significa que o amor reina. Isso significa que há felicidade verdadeira, porque Jesus está em nosso meio.
Sendo que o arrependimento traz grande alegria e uma vida nova, nada é mais importante do que encontrar o caminho para ele. Leia abaixo como percorrer o "Caminho Mais Certo para a Felicidade".

Passo 1: Reconhecer que não possuímos verdadeiro arrependimento!
Desde a queda do homem, não há nada que nos falte tanto quanto esta atitude. É o lamento de todos os profetas e o lamento de Deus a respeito de Seu povo. João Batista o lamentava e finalmente o próprio Jesus lamentou, dizendo: (Se você compreendesse neste dia, sim, você também, o que traz a paz!( (Lucas 19.42 NVI). Somos apáticos e indiferentes para com nossos pecados e, geralmente, eles não nos perturbam. Preferimos chorar por aquilo que acontece a nós e pelas orientações difíceis. Choramos por causa de nossa aflição, problemas e desapontamentos. Cada um de nós faz isso, porque esta é nossa natureza humana. Mas são poucos os que chegam ao ponto de uma verdadeira contrição, chorando pelos seus pecados. Esta reação é estranha à natureza humana.
Passo 2: Reconhecer que, sozinhos, não conseguimos gerar arrependimento verdadeiro!
Ninguém é capaz de transformar seu próprio coração endurecido num coração brando e contrito, que chore pelos seus pecados. É uma dádiva de graça do céu, quando isso acontece conosco, pois somos totalmente incapazes de realizá-lo. Nosso Senhor Jesus Cristo veio para quebrar nossa dureza de coração e autojustificação e tornar nosso coração manso e humilde, para que possamos chorar pelo nosso pecado. Quando Jesus destruiu o poder de Satanás, Ele também destruiu a dureza do nosso coração e nossa cegueira em relação aos nossos próprios pecados, nos quais o inimigo havia nos enredado. Jesus também destruiu nossa falta de arrependimento e alcançou para nós a capacidade de chorar pelos nossos pecados. Assim, há esperança para nós de nos tornarmos pessoas quebrantadas, não só chorando por nossas próprias aflições, mas derramando lágrimas verdadeiras de arrependimento pelo sofrimento que nossos pecados trouxeram a Deus e aos nossos semelhantes.
Passo 3: Orar fervorosamente pela dádiva do arrependimento!
É precisamente quando reconhecemos a dureza do nosso coração e nossa completa incapacidade para arrepender-nos por nossa própria força, que deveríamos orar ainda mais fervorosamente por essa dádiva. Jesus disse: (O que vocês pedirem em meu nome, eu farei(. Visto que a oração pedindo por arrependimento é uma oração em Seu nome, segundo à Sua vontade, temos a segurança de que Ele responderá. Jesus veio para redimir-nos da nossa falta de arrependimento e autojustificação. Ele veio para que nos tornássemos pecadores arrependidos que voltam para casa, ao Pai, como fez o filho pródigo. Qualquer pessoa que vier a Deus com esta oração, confiando na Sua ajuda, não será desapontada. (Veja abaixo um exemplo de oração que pode ser feita)
Essa oração com certeza será respondida!. Se orarmos diariamente: (Senhor, concede-me a graça do arrependimento. Dá-me um coração quebrantado e um espírito contrito. Ajuda-me a ver a (viga( no meu próprio olho (Mateus 7.3) e a reconhecer como pequei contra Deus e as pessoas(, Ele respondera às nossas orações. Ele abrirá nossos olhos para vermos a profundidade do nosso pecado e fiquemos entristecidos pelo que fizemos a Deus e aos nossos semelhantes. Então, em vez de chorarmos pelo que os outros fizeram a nós, choraremos por aquilo que fizemos a eles! Seremos capazes de ver tudo sob a luz da verdade e não mais através da luz obscura do inimigo, que torna maiores os pecados dos outros e encobre o nosso próprio, de maneira que não possamos vê-lo ou o vemos apenas como uma pequena mancha.
Principais obstáculos que enfrentamos para chegar ao arrependimento:
1. Autojustificação
Deveríamos em primeiro lugar arrepender-nos da nossa auto-segurança e autojustificação. Vamos começar a admitir nossos erros em nossa vida cotidiana, quando os outros nos admoestam, ou quando a nossa consciência nos exorta levemente para admitirmos nossas falhas, em vez de tentar silenciá-la com todo tipo de desculpas. Devemos tornar-nos inimigos de toda auto-compaixão e autojustificação, pois como disse nosso Senhor Jesus repetidamente nos Evangelhos, a autojustificativa nos levará diretamente para o inferno. Vamos começar a arrepender-nos de todas as desculpas e até mesmo do mais leve pensamento de autojustificação. Ele ouvirá nossas orações e nos conduzirá mais e mais a um estado de contrição e a um coração quebrantado. Então o Reino dos céus se abrirá para nós e nosso coração se encherá de alegria, vida e amor.
2. Não gostamos das correções de Deus
Não estamos mais acostumados a ver todos os acontecimentos da nossa vida, especialmente nossos problemas, em conexão com a vontade de Deus e não percebemos que Ele está tentando falar conosco através deles. Visto que não mais O consideramos como o Deus vivo, achamos difícil acreditar que os cabelos da nossa cabeça estão todos contados e que nada ( nem mesmo o menor incidente em nossa vida ( pode acontecer sem a Sua vontade. É algo estranho para nossa maneira de pensar. Mas o Senhor sempre quer trabalhar na nossa natureza pecaminosa. Às vezes problemas e dificuldades fazem parte desta correção. Com cuidado amoroso, como um verdadeiro Pai, Ele procura educar-nos adequadamente, de modo que sejamos transformados à Sua imagem ( um processo que irá durar toda a nossa vida.
3. Não encaramos a Palavra de Deus como um compromisso na nossa vida
Se usarmos a Palavra de Deus como padrão para medir nossas ações, em vez de nosso próprio critério, sempre veremos nossos erros e facilmente chegaremos ao arrependimento. Se reconheço que sou um pecador e tornei-me culpado perante meu irmão ( ou perante meu inimigo ( não lhe mostrando amor, ou não ganhando-o através de um amor misericordioso e humilde que perdoa, será fácil para mim chegar ao arrependimento. A contrição, por sua vez, dá origem a uma vida nova. Nosso amor por Jesus aumenta e passamos a amá-lO com um amor transbordante. Começaremos também a amar nossos semelhantes, mesmo aqueles que nos são hostis, pois não podemos amar Jesus sem amarmos nossos irmãos. Seremos inflamados com um amor terno e caloroso para com todos, quando nos arrependermos do nosso coração frio e indiferente, e por não suportarmos os fracos e difíceis com amor. Se nos medirmos conforme o critério da Palavra de Deus, nossos olhos serão abertos.
Exemplo de oração:
Ó meu Senhor, concede-me
quebrantamento e contrição,
essa tão grande graça!
Ó dá-me lágrimas, ó Deus,
por todos os pecados meus,
curvado ao pó eu seja!
Eu peço, ó Santo Espírito,
que rasgues o meu coração,
pra que com dor lamente,
lamente aquilo em que pequei,
os sofrimentos que causei
ao meu Jesus querido.
Conclusão. É como se as rochas, colinas, montanhas e toda a natureza ressoasse com o chamado: (Arrependam-se! Examinem seu coração! Vejam o que fizeram ao seu Deus! Voltem-se de seus caminhos e arrependam-se da sua indiferença para com Deus que é amor! Arrependam-se por não confiar nEle e não amá-lO de todo coração!( Arrependam-se e mudem sua atitude para com Deus; então o Reino dos céus virá até vocês. O Reino do céu está ali onde Deus é amado, pois Ele é o centro do céu. O céu despontará aqui na terra, quando nós, filhos dos homens, nos arrependermos e abandonarmos os caminhos em que temos pecado contra o amor. Vamos mostrar a Deus o nosso amor, confiando nEle e dedicando-Lhe nossa vontade


sábado, 15 de outubro de 2011

PREGADOR MIRIM ENTREVISTA


Pregador mirim Matheus Moraes, é entrevistado por Danilo Gentili, no “Agora é Tarde” da Band

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Sexta, 14 de Outubro  |  85 visualizações 
Categoria: TV e cinema
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Pregador mirim Matheus Moraes, é entrevistado por Danilo Gentili, no “Agora é Tarde” da Band
No especial do Dia das Crianças do programa “Agora é Tarde”, da Band, Danilo Gentili entrevistou Matheus Moraes, um pregador mirim de 13 anos de idade. Matheus contou no programa que desde os 6 anos de idade prega em igrejas e que desde os 2 anos de idade, já demonstrava vocação para isso.

O apresentador contou no programa que encontrou o pregador mirim através da internet e mostrou um vídeo em que Matheus aparece gritando em uma de suas pregações nos Estados Unidos. “Eu tinha 8 ou 9 anos”, contou Matheus.

Gentili questionou se o pregador mirim não tinha medo de que no futuro, tivesse problemas nas cordas vocais. “Não, não! Aonde eu vou, as pessoas comentam que grito muito, que meu estilo de gritar é muito esquisito” afirmou Matheus, despreocupado. Na sequência dessa resposta, o apresentador questiona se os vizinhos ficam incomodados com a gritaria: “Não, né cara. Eu prego na Igreja, não em casa”.

Sobre as críticas de colegas e outras crianças de sua idade por sua escolha, Matheus afirmou que “tem gente que gosta, diz que devo continuar, e tem gente que fala isso é muito estranho”. Após ser questionado pelo vocalista da banda “Ultraje a Rigor”, que participa do programa, se ele dava importância às críticas, Matheus arrancou aplausos da platéia com sua resposta: “Eu costumo dizer que o elogio destrói mais do que a crítica, porque a crítica, ainda que seja doída, ela ajuda você a melhorar cada vez mais, e o elogio destrói o homem, que é a vaidade”.

“É exatamente por causa disso que a gente continua no ar”, brincou Gentili.

Assista a entrevista:
 


Fonte: Gospel+

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

leao

O FOGO



SEM LENHA O FOGO SE APAGA
"Sem lenha o fogo se apaga;
e não havendo difamador, cessa a contenda".
Provérbios 26.20.
Este verso bíblico descreve uma grande verdade: se as pessoas pararem de "por lenha na fogueira", a contenda acaba.
Este princípio, o "Princípio da Fogueira", aplica-se também à vida espiritual.

Quando uma pessoa tem uma experiência real com Jesus Cristo, algo como que um fogo de Deus invade o seu coração. Ela se sente revivida, renovada, animada, inspirada, pronta para qualquer desafio. É capaz de vencer antigas barreiras, vícios, problemas.
No entanto, depois de algum tempo, podemos perceber que este fogo se apaga em alguns crentes. O quê houve? Faltou alimentar o fogo de Deus.
O cristão, então, torna-se morno, indiferente, infeliz.
Qual seria o combustível da vida cristã, capaz de manter a chama acesa? O que mantém o fogo de Deus no coração do cristão são certas práticas diárias. Simples, porém, poderosas. Vamos chamá-las de GRAVETOS.
1. O Graveto da Oração
    Orai sem cessar, dizem as Escrituras.
    Mateus 26.41; I Tessalonicenses 5.17; Tiago 5.16.
2. O Graveto da Leitura Bíblica    Examinai as Escrituras, disse Jesus.
    João 5.39; Mateus 22.29; Efésios 6.17.
3. O Graveto da Convivência Cristã
    Não abandonei a vossa congregação, disse o apóstolo.
    Hebreus 10.25; João 13.34-35; Romanos 12.9-17.
4. O Graveto do Testemunho Pessoal
    E sereis minhas testemunhas, disse Jesus.
    Atos 1.8; Mateus 28.19-20; Marcos 16.15-16.    
O cristão bem informado vê a Oração, a Leitura Bíblica, a Convivência Cristã e o Testemunho Pessoal como privilégios, e não como deveres de casa.
Ele sabe que sua oração é ouvida por Deus porque Jesus Cristo morreu numa cruz em seu lugar; que muitos dedicaram suas vidas para que as Escrituras chegassem às suas mãos; que a Convivência Cristã permite-lhe realizar para Deus obras que jamais conseguiria sozinho e que o seu Testemunho Pessoal, além de salvar vidas, contribui para a sua própria edificação e fortalecimento da Igreja.
Irmão, mantenha a chama acesa.
Lembre-se: Sem lenha, o fogo se apaga.

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